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sexta-feira, 30 de maio de 2014

"A História das Coisas"

  Há incontáveis vídeos nesse mundo cibernético! O critério para o interesse em assistir varia, podendo ser por recomendações, por acaso, por procura de determinado tema e até aqueles que estão na emenda da nossa atividade em sala de aula. No meu caso, os critérios se fundiram.
   Este vídeo é realmente um diferencial na nossa rotina de cliques no Youtube. "A História das Coisas" (em inglês, "Story Of Stuff") não é somente o nome do vídeo popular que, até o momento, foi assistido 342.126 vezes - isso sem contar com os compartilhamentos, as edições, as traduções de outrem e até mesmo a sequência de outros vídeos do projeto. No site, você encontra o seguinte texto:

  "We have a problem with Stuff. We use too much, too much of it is toxic and we don’t share it very well. But that’s not the way things have to be. Together, we can build a society based on better not more, sharing not selfishness, community not division.
  "The Story of Stuff Project’s journey began with a 20-minute online movie about the way we make, use and throw away all the Stuff in our lives. Five years and 40 million views later, we’re a Community of 500,000 changemakers worldwide, working to build a more healthy and just planet. We invite you to watch and share our movies, participate in our study programs and join our campaigns. Come on, let’s go!"

O que, em português, ficaria mais ou menos assim:
  "Nós temos um problema com coisas. Nós usamos muito, muito do que é tóxico e nós não o compartilhamos muito bem.  Mas, esse não é o caminho que as coisas precisam ter. Juntos, nós conseguimos construir uma sociedade  baseada no melhor, não no maior (quantitativamente), a partilhar sem egoísmo, a comunidade sem divisão.
  "O projeto 'A História das Coisas' começou com um filme online de 20 minutos sobre o modo que fazemos, usamos e jogamos fora todas as coisas em nossas vidas. Cinco anos e 40 milhões de visualizações depois, nós somos uma Comunidade de 500.000 Changemakers em todo o mundo, trabalhando para construir um planeta mais saudável e justo. Nós convidamos você para assistir e compartilhar nossos filmes, participar dos nossos programas de estudo e se juntar às nossas campanhas. Vamos, venha!"


Clique aqui para acessar a página do projeto.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Revendo as Utilidades

  Devo ter começado a navegar nas redes sociais lá por 2006. Devo não, foi exatamente nesse ano que fiz um Orkut. No fim de 2009, sob recomendações, criei um Facebook. Não tinha internet nesse meio tempo e nem fazia questão.
  No início desse ano coloquei uma internet boa até. Comecei a navegar por esse mundo virtual... Visualizava blogs, folhetins, jornais, canais no youtube... Até que me estagnei no Facebook. Dos meus 300 e poucos "amigos" apenas me sentia bem em acompanhar/comentar/compartilhar as publicações de 10%, no máximo.
  Não sou anti-social, não me considero uma pessoa ruim - mas tenho a personalidade forte e princípios para qualquer coisa que me perguntem me tornando automaticamente cabeça-dura. Enfim, tomei uma decisão: a de me desligar de lá. Não soube encarar esse mau uso social-virtual de frente, cheguei ao meu limite mesmo. Cansei de fotos de biquíni, de atualizações de estado civil, de indiretas, de frases bonitas vindo de pessoas vazias. Que fique bem claro: não me acho melhor do que ninguém. Só que eu tenho o controle da minha vida, e não só posso como fiz o que era melhor pra mim. Lá não é e nunca foi o meu lugar certo. Gosto de falar (e ouvir) sobre sentimentos, mas não adianta publicar algo no intuito de agradar alguém, quem dirá a 300 e poucas pessoas. Porque cada palavra sincera tem valor pra quem diz/escreve, mas dificilmente terá para o quem ouve/lê.