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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Viver bem sem gastar tanto dinheiro


Não sei como é o dia-a-dia de quem tem grana, se necessariamente a prioridade está vinculada à prosperidade financeira, consumir por consumir, mas o bom senso pode ser morada da nossa consciência em cada aspecto de nossas vidas, inclusive naquilo que consumimos.

O que estou querendo de dizer, na verdade, é que não precisamos gastar muito dinheiro - tendo-o de fato ou, com esse sistema de crédito que comumente você se endivida, parecendo ter (isso também é uma auto-crítica) - para ter acesso a coisas materiais e imateriais na vida.

Nesse post, que é mais uma forma de eu me organizar do que propriamente uma cartilha a quem, por um acaso, for ler, vou listar algumas aquisições, descobertas que tiveram um custo-benefício muito bom, talvez só benefício e nenhum custo.

Talvez te estimule não a ser minimalista, ter o mínimo, mas suficientimentalista (risos), ter o suficiente para você se sentir bem.

Para a pele (especificamente a pele oleosa ou normal)


Do rosto

A lavagem, até 3x por dia, para não ressecar a pele, é com sabonete de glicerina ou neutro (Phebo ou Granado).  Ainda não uso um creme hidratante pós lavagem, mas acho de suma importância a aplicação de um protetor solar facial, com fator a partir de 30 (para peles oleosas, a Vichy é uma marca que satisfaz na manutenção de uma pele anti-brilho).

Quase nunca uso maquiagem, mas seus resquícios não podem ser mantidos na pele, para tal, um demaquilante muito indicado é a água miscelar da L'oréal Paris

Ocasionalmente, acho eficaz o uso da argila verde, para uma limpeza profunda dos poros, e, para a esfoliação, mel com açúcar.


Do corpo

Para a retirada das células mortas, a boa e velha bucha vegetal que vende nas mais tradicionais barracas dos camelôs, as mesmas que vendem temperos e folhas para fazer chá, sabe?

Massageio sua pele com carinho, evite as regiões mais sensíveis, como a dos olhos.

O sabonete para o corpo vale o mesmo que o para o rosto, a não ser que queira acrescentar um com uma formulação mais hidratante, com manteiga de karité, por exemplo.

Para o momento pós banho, não tenho produtos específicos para hidratar e proteger do sol, mas gosto muito da ideia da Natura em ter refis, que possuem um valor menor caso você já tenha o recipiente em casa, como é o caso desses dois tipos de opções a seguir, se tratando do mesmo produto:



Para o cabelo


Sou adepta do no/loo pow, então há uma redução de elementos químicos sintéticos (não naturais) nos produtos que uso, além da questão de alguns não terem sido testados em animais.

De verdade, já gastei um dinheirão com produtos de marcas para cabeleireiros profissionais (Redkem, por exemplo), quando tudo que precisava estava mais acessível do que imaginava, como o multifuncional Yasmasterol:

Sim, quase 1 litro, e paguei cerca de R$ 10,00 nele. Você pode usá-lo como co-wash (lavagem só com condicionador, creme de pentear, de massagem seja lá em qual fase do cronograma capilar).

Pense no cuidado detalhado que temos com um bebê, não seria bacana se tivéssemos o mesmo cuidado para conosco? Então, produtos para o cabelo da Johnson's seguem a mesma ideia de eliminação de químicas brabas. 

Ademais, você pode optar por gastar menos ou um pouco mais com os produtos da Salon Line ou da Lola Cosmetics, que possuem ótimas opções para xampu, condicionador e máscara capilar, que considero bem mais potente que um creme de massagem.

Trazendo para um lado mais de âmbito natural-orgânico, uso para a umectação o óleo de cocô da Copra e penteio com pente de madeira de dentes largos.


Continua...


Para a mente


Livros

Música

Filmes e Séries

Passeios

sexta-feira, 30 de maio de 2014

"A História das Coisas"

  Há incontáveis vídeos nesse mundo cibernético! O critério para o interesse em assistir varia, podendo ser por recomendações, por acaso, por procura de determinado tema e até aqueles que estão na emenda da nossa atividade em sala de aula. No meu caso, os critérios se fundiram.
   Este vídeo é realmente um diferencial na nossa rotina de cliques no Youtube. "A História das Coisas" (em inglês, "Story Of Stuff") não é somente o nome do vídeo popular que, até o momento, foi assistido 342.126 vezes - isso sem contar com os compartilhamentos, as edições, as traduções de outrem e até mesmo a sequência de outros vídeos do projeto. No site, você encontra o seguinte texto:

  "We have a problem with Stuff. We use too much, too much of it is toxic and we don’t share it very well. But that’s not the way things have to be. Together, we can build a society based on better not more, sharing not selfishness, community not division.
  "The Story of Stuff Project’s journey began with a 20-minute online movie about the way we make, use and throw away all the Stuff in our lives. Five years and 40 million views later, we’re a Community of 500,000 changemakers worldwide, working to build a more healthy and just planet. We invite you to watch and share our movies, participate in our study programs and join our campaigns. Come on, let’s go!"

O que, em português, ficaria mais ou menos assim:
  "Nós temos um problema com coisas. Nós usamos muito, muito do que é tóxico e nós não o compartilhamos muito bem.  Mas, esse não é o caminho que as coisas precisam ter. Juntos, nós conseguimos construir uma sociedade  baseada no melhor, não no maior (quantitativamente), a partilhar sem egoísmo, a comunidade sem divisão.
  "O projeto 'A História das Coisas' começou com um filme online de 20 minutos sobre o modo que fazemos, usamos e jogamos fora todas as coisas em nossas vidas. Cinco anos e 40 milhões de visualizações depois, nós somos uma Comunidade de 500.000 Changemakers em todo o mundo, trabalhando para construir um planeta mais saudável e justo. Nós convidamos você para assistir e compartilhar nossos filmes, participar dos nossos programas de estudo e se juntar às nossas campanhas. Vamos, venha!"


Clique aqui para acessar a página do projeto.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Revendo as Utilidades

  Devo ter começado a navegar nas redes sociais lá por 2006. Devo não, foi exatamente nesse ano que fiz um Orkut. No fim de 2009, sob recomendações, criei um Facebook. Não tinha internet nesse meio tempo e nem fazia questão.
  No início desse ano coloquei uma internet boa até. Comecei a navegar por esse mundo virtual... Visualizava blogs, folhetins, jornais, canais no youtube... Até que me estagnei no Facebook. Dos meus 300 e poucos "amigos" apenas me sentia bem em acompanhar/comentar/compartilhar as publicações de 10%, no máximo.
  Não sou anti-social, não me considero uma pessoa ruim - mas tenho a personalidade forte e princípios para qualquer coisa que me perguntem me tornando automaticamente cabeça-dura. Enfim, tomei uma decisão: a de me desligar de lá. Não soube encarar esse mau uso social-virtual de frente, cheguei ao meu limite mesmo. Cansei de fotos de biquíni, de atualizações de estado civil, de indiretas, de frases bonitas vindo de pessoas vazias. Que fique bem claro: não me acho melhor do que ninguém. Só que eu tenho o controle da minha vida, e não só posso como fiz o que era melhor pra mim. Lá não é e nunca foi o meu lugar certo. Gosto de falar (e ouvir) sobre sentimentos, mas não adianta publicar algo no intuito de agradar alguém, quem dirá a 300 e poucas pessoas. Porque cada palavra sincera tem valor pra quem diz/escreve, mas dificilmente terá para o quem ouve/lê.